Mourir Demain

Comment utiliser cette chanson ? 

On pourrait utiliser cette chanson pour introduire les temps verbaux : « conditionnel présent » et « futur ». Après un travail de compréhension et explication du lexique on pourrait faire parler les élèves. En utilisant les phrases de la chanson on leur demande : « Si on devait mourir demain tu ferais quoi ? » et ils doivent répondre : « Si on devait mourir demain je mangerais »

Mourir Demain – Pascal Obispo et Natasha St-Pier

Il y a ceux qui prendraient un avion                
D’autres qui s’enfermeraient chez eux les yeux fermés
Toi, qu’est-ce que tu ferais ? {x2}
Il y en a qui voudrait revoir la mer
D’autres qui voudraient encore faire l’amour
Une dernière fois
Toi, tu ferais quoi ? … et toi,toi, tu ferais quoi ?
Si on devait mourir demain
Qu’est-ce qu’on ferait de plus,
Qu’est-ce qu’on ferait de moins
Si on devait mourir demain
Moi, je t’aimerai... moi, je t’aimerai

Il y en a qui referaient leur passé
Certains qui voudraient boire et faire la fête
Jusqu’au matin
D’autres qui prieraient… {x2}
Ceux qui s’en fichent et se donneraient du plaisir
Et d’autres qui voudraient encore partir
Avant la fin
Toi, qu’est-ce que tu ferais ? … et toi, qu’est-ce que tu ferais ?

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Si on devait mourir demain
Qu’est-ce qu’on ferait de plus
Qu’est-ce qu’on ferait de moins
Si on devait mourir demain
Moi, je t’aimerai… moi, je t’aimerai… Je t’aimerai    
Et toi, dis moi, est ce que tu m’aimeras
Jusqu’à demain et tous les jours d’après
Que rien, non rien, ne s’arrêtera jamais
Si on devait mourir demain
Moi, je t’aimerai… moi, je t’aimerai
Est-ce qu’on ferait du mal, du bien
Si on avait jusqu’à demain
Pour vivre tout ce qu’on a rêvé
Si on devait mourir demain
Moi, je t’aimerai… moi, je t’aimerai 

 

Derniers commentaires

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Pour demander le passeport…

Pour demander le passeport... dans Guyane passaporte1

Le passeport est un document de voyage individuel qui permet de prouver son identité. Toute demande de passeport conduit à la délivrance d’un passeport biométrique. 

Démarches: sur  le site de la Police Fédérale vous trouverez toutes les informations nécessaires (par exemple la liste de papiers à fournir et le prix) pour demander le passeport ainsi que le lien pour fixer le rendez-vous à la police.  

Retrait du passeport: le passeport n’est pas fabriqué sur place et ne peut donc pas être délivré immédiatement. Les délais de fabrication sont variables en fonction du lieu de la demande. 

Remise du passeport: le passeport doit être retiré au lieu de dépôt du dossier. Il vous est remis personnellement et vous devez le signer sur place. 

Durée de validité: votre passeport est valable pendant 5 ans.


Comme tout a commencé?

J’ai toujours aimé les langues étrangères surtout le français, ce ma passion. Mais je n’avais jamais eu l’occasion de l’apprendre. J’ai décidé de m’attacher à l’idée d’apprendre cette langue que j’aime bien…

Alors, en 2006 je suis entrée à l’Université Fédéral du Pará où j’ai commencé à suivre la licence en langue française. Il est vrai qu’au début j’ai eu beaucoup de difficultés, je ne savais que mon prénom en français, mais quand on aime on fait des efforts pour surmonter les problèmes.

Et comment faire ça?

Je ne savais pas. J’ai dû inconsciemment et toute seule de trouver mes stratégies d’apprentissage. Ce n’était pas facile car j’avais conscience de mes points faibles, mais je ne savais pas comment faire pour les améliorer.

Le problème le plus grand c’était la compréhension orale. Je ne comprenais presque rien de ce qu’on parlait au CD de la méthode. Alors chez moi, j’ai essayé d’écouter le CD une, deux, trois, … plusieurs fois, sans lire la transcription comme le prof a conseillé en prenant note de choses que j’avais entendu et en en essayent de les répéter. Ça a bien fonctionné.

J’ai découvert aussi qu’on peut apprendre beaucoup de choses avec l’internet. Il y a des sites de phonétique, exercices en ligne, la radio… un monde de documents qui peuvent favoriser notre apprentissage.

Mon français? Il n’est pas encore parfait comme je le veux, mais petit à petit je surmonte mes difficultés

À bientôt

 

 

 


Palavras francesas no vocabulário brasileiro: Uma influência très bien !

Esse é o tema da terceira reportagem da série sobre o ano da França no Brasil

08/09/2009 – 08:40

 

Por Jacklene Carréra
Do Portal Cultura

- Três pães, s’il vous plaît.
- Qual?
- Pão francês. Queria três, bem assados.
- Pão francês?
- Não tem?
- Aqui na França, tecnicamente falando, todos os pães são franceses.
- É aquele pãozinho pequeno assim, ó.
- O croissant?
- Não, não. É um que parece um “zepelin”, sabe?
- Baguete?
- Não, a baguete parece mais um submarino, e é grande. Esse é como uma baguete que encolheu.Olha, imagina que a baguete é o pai.
- Tô imaginando.
- O pão francês é o filho gordinho.
- Nunca ouvi falar.
- É o pão do dia-a-dia no Brasil.
- E vocês o chamam de pão francês?
- Sim.
- Olha, acho que ele não existe na França.
- Quer dizer que temos sido enganados esse tempo todo?

Este diálogo alusivo, encontrado em um blog, ilustra bem o choque que os brasileiros possuem quando chegam à França e não encontram o tal pão francês. De fato, o pão francês que conhecemos aqui não tem nada a ver com o pão de lá, que mais parece um baquete. Mas apesar do engano, afirmar que o nosso país adotou muitas heranças francesas não é contar mentira. Tanto é que várias delas são comumente conhecidas na linguagem brasileira.

Seja na arquitetura, no cinema, na moda e até mesmo na gastronomia, o uso de termos franceses no vocabulário brasileiro invade diversos campos do nosso cotidiano, às vezes, de modo imperceptível. Quer um exemplo? Muitas vezes, vocês já deve ter pedido no balcão de uma padaria assim: Por favor! um croassan (croissant).

Palavras francesas no vocabulário brasileiro: Uma influência très bien ! croissant_0710562babaO nome do pão folhado em forma de meia lua com pinceladas de clara de ovo é uma palavra francesa que significa ‘crescente’. Encontrado em padarias, lanchonetes e supermercados brasileiros, o croissant daqui tem o mesmo preparo e formato de um comprado por lá. O termo chegou por aqui pelos panificadores franceses e Chefes que abriram restaurantes no país. Aliás, falando em Chef, olha aí outro termo que utilizamos e é originário da França. A palavra também surgiu do latim caput, que quer dizer « cabeça », « líder ». Perfeito para designar aquele que que elabora os pratos e organiza toda a cozinha do restaurante além de supervisionar os serviços dos cozinheiros em hotéis, restaurantes, hospitais, residências e outros  locais de refeições. Um verdadeiro Ratatouille do cinema, lembra?

ratatouille_2e2f14f7ee4E quem disse que Ratatouille é apenas o nome de um ratinho metido a chefe num filme? Quando nós brasileiros falamos Ratatui geralmente nos referimos ao filme, mas o nome  remete mesmo a uma receita muito popular na saudável e aromática cozinha do Mediterrâneo. Um refogado com muitos dos ingredientes típicos dessa cozinha, como o azeite de oliva, berinjela, pimentão, abobrinha, cebola e alho. O prato pode ser servido como entrada ou acompanhar outros pratos (assados) e é típica da Provence, cidade francesa.

E há muitos outros termos gastronômicos franceses usados no Brasil.  Crepe e Croquete são termos bastantes populares no nosso país, podendo ser pedido na barraquinha de uma praça. Mas ainda tem os pratos mais refinados, como o Escargô (Escargots), o Casôlé (Cassoulet) e o Caviar. Termos da culinária francesa que enchem de água a boca dos brasileiros e representam a diversidade de gostos, temperos e pratos típicos do país europeu. Saindo da gastronomia e desvendando a moda francesa, é possível capturar outras palavras que preenchem o dicionário do nosso linguajar. Uma das mais expressivas é Godê (em francês godet), a palavra não tem tradução, mas é o famoso corte rodado e elegante de saias e vestidos que fizeram o charme das atrizes francesas no cinema e viraram moda no Brasil. O paetê é mais um exemplo de um termo que não tem tradução, mas em compensação é bastante usado por nós, vide o Carnaval.

E não tem jeito, no dicionário da moda, o sotaque predominante é o francês. Por isso pode-se pronunciar inúmeros termos em nosso país mesmo sem ter domínio sobre o idioma. São eles: casquete, jabour, Chemisier ( do francês chemisier - vestido-camisa), Colete ( do francês collet), Corselete (do francês corselet), Croqui ( do francês croquis), Mantô (manteau), Tule de seda ( tule),Visom.

Uma palavra que muitos não sabem mas que veio de uma palavra francesa é o trançado, o nome dado à trama de material em peças artesanais. O termo é uma adaptação em português da palavra Tresset, que tem uma tradução ao pé da letra na França, mas aqui continua se referindo ao arranjo trançado de peças, vestimentas e penteado.

kane_contraplongeAgora, quando se fala de cinema, as palavras francesas mais freqüentes que vem à boca de diretores, assistentes e demais profissionais do cinema são duas. Você já ouviu o termo Plongê (Plongée)?A designação remete a posição da câmera que filma o objeto de cima para baixo, ou seja, acima do nível normal do olhar. Um procedimento muito utilizado para dá o efeito de diminuição da pessoa filmada, de rebaixamento. Outro é o Contraplongê (Contra-plongée) que, ao contrário do anterior, filma o objeto de baixo para cima. Geralmente, dá uma impressão de superioridade, exaltação, triunfo, pois faz « crescer » o ator ou a atriz.
 

Ambos os termos fazem parte da linguagem cinematográfica que recebeu influência do cinema francês. Aliás, não é à toa que a invenção do sistema veio pelas mãos dos irmãos Lumière: diretores franceses considerados, muitas vezes como sendo os fundadores da Sétima Arte. A França é realmente a fonte de inspiração de muitas culturas, foi assim no cinema novo. O movimento do cinema autoral e ‘subversivo’ brasileiro que ocorreu entre a década de 50 e 60, é nomeado a partir da Nouvelle Vague francesa, o nome dado a ‘nova onda’ de fazer cinema na França. Apesar do termo não ser uma tradução perfeita para o português, é válido lembrar. Mas você pensa que parou por aí? Ainda temos outras palavras cotidianamente usadas em nossa língua e que, de certa forma, foram “portuguesadas”, tais como, avenida (de avenue), boné (bonet), chapéu (chapeau), envelope, esquina, estrangeiro, paletó, lupa, gabinete, abajur (Abat-jour), fecho eclair (o famoso zíper), Bistrô, Chofer, Madame.

Em Belém, a cultura francesa foi sentida no apogeu da borracha e nos trouxe junto aos ares da arquitetura francesa, ruas, travessas largas e arborizadas muito chamadas, na época, de Boulevard. Hoje, o nome francês é muito falado ao se referir a uma das avenidas mais trafegadas da cidade (por fazer parte do cartão postal Ver-o-Peso), a avenida Boulevard Castilho França.

boulevard_a3a322d3004

Junto a ela, outras palavras vieram, tais como, Belle Epoque, rouge (referindo-se ao pó de maquiagem),Cancan e Art Nouveau. Nomeações que podem não ser muito pronunciadas hoje em dia, mas quase todos sabem o que significam. Pois elas são o reflexo da vida social de que se levava na época, quando, por exemplo,o estilo decorativo art nouveau  de cores fortes e formas orgânicas impregnou de historia as fachadas de edifícios, objetos de decoração (móveis, portões, vasos), jóias, vitrais e azulejos encontrados na ruas e museus da cidade. 
 

Alguns termos franceses são perceptíveis, outros dá pra desconfiar que vieram do país europeu, mas há outros que são difíceis de acreditar. Um deles é a quadrilha. Isso a quadrilha, aquela dança folclórica brasileira. Pois é, quem diria que o nome dado a uma das culturas populares mais regionalistas do nosso pais viesse da França? A palavra é inspirada no nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a quadrille. Em moda no país, entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial, a « quadrille » francesa veio para o Brasil por interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras em importar tudo que fosse a última moda de Paris. Seja como for, a grande língua irradiadora de cultura dos séculos XVIII e XIX, sem dúvida foi à francesa. Sobretudo, quando a língua se tornou obrigatória em alguns colégios brasileiros. Tal influência só diminuiu com a Segunda Guerra Mundial. Além de uma pronúncia bonita, e várias vezes, considerada charmosa, a língua francesa contribuiu para o nosso enriquecimento cultural tão elogiado lá fora, até mesmo pelos franceses. Quem diria?!

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